► UMA DOSE DE EV ◄

Ben Moody é processado por seus empresários


por Vagalume

O músico Ben Moody, mais conhecido por ser um dos co-fundadores do Evanescence, está sendo processado pelos próprios empresários.



De acordo com o site TMZ, a empresa Ryder Management teria firmado um acordo com o guitarrista em 2006, três anos após sua saída da banda, e deveria ser comissionada por cada um de seus diversos.

No entanto, o músico não cumpriu com sua parte e embolsou cerca de 500 mil reais que seriam da agência.


READMORE
 

Vídeo do casamento de Ben Moody

O site russo The Origin of Evanescence Project lançou hoje um vídeo do casamento de Ben Moody.




Ben se casou em janeiro com Jaclyn Napier, atriz da cidade de Litlle Rock. 

Confira aquí um Raio X do Casamento de Ben e Jaclyn


READMORE
 

Raio X do casamento de Ben Moody com Jaclyn Napier

Ben Moddy, co-fundador e ex-integrante da banda Evanescence, teve a cerimônia de seu casamento realizada no último dia 12 de janeiro as 17:30h. Em uma cerimônia privada, Ben se casou com a atriz Jacklyn Elizabeth Napier.


Foto acima de Ben e Jaclyn em o que aparentemente deve ser uma corrida ou algo parecido

O casamento foi em uma aclamada casa “mal assombrada” em Las Vegas, chamada Goretorium.


Eli Roth’s Goretorium

Intitulada “A casa mal assombrada de Las Vegas”, Goretorium é uma boate para a diversão do público local.


                                                    Confira o vídeo promocional da casa





Jaclyn Elizabeth Napier

Atriz, nascida em Little Rock, no estado de Arkansas.


Jaclyn Napier participou do filme Ao Vivo!, nome original Live!, é um filme de drama norte americano, lançado em 2002. Dirigido e produzido por Bill Guttentag.



Abaixo, a imagem de capa da página do Facebook de Jaclyn, onde se encontram ela e duas meninas, onde não foi apurado se são suas filhas.






Ben Moody

Co-fundador e guitarrista da banda We Are The Fallen, anteriormente ex-guitarrista e co-fundador da banda Evanescence. Bem também já fez participações em álbuns das cantoras Kelly Clarkson, Avril Lavigne, Celine Dion, Lindsay Lohan e Anastacia.

Um dia após o seu casamento, Ben fez a seguinte postagem em sua página no Twitter:



"Assistindo ao 'Steel Panther', 4 horas depois de me casar com minha melhor amiga no @goretorium em Las Vegas. #CaraMaisSortudoDaTerra"

Carinhosamente, Jaclyn é considerada a sua melhor amiga, e Steel Panther é uma banda de Glam Metal da cidade de Los Angeles, California.

Abaixo, foto de Ben Moody em seu perfil no Twitter


READMORE
 

Crítica de Felipe Neto a banda Evanescence


Na segunda feira, dia 04 de fevereiro, o 'famosinho' comediante Felipe Neto publicou em sua página no Twitter uma opinião um tanto quanto desrespeitosa aos fãs e também a banda Evanescence.


Não é do feitio do blog e também não deve ser de todos os Evfãs retribuírem com um novo tipo de desrespeito a declaração dada pelo tal, que ajamos simplesmente com indiferença não só por esse comentário, mas também como a maioria de seus posts.



                                                              LINK DA POSTAGEM
                                   https://twitter.com/felipeneto/status/298509321342427136
READMORE
 

Evanescence concorrendo na categoria “Best New Artist” do Grammy


por BCharts

A categoria “Best New Artist” do Grammy Awards surgiu desde a primeira edição da premiação em 1959. Não necessariamente, são indicados a esta categoria, os artistas que possuem apenas um álbum de estúdio, mas sim quando o artista lança um material que cria uma identidade do mesmo perante o público.

image

Até 2009, somente eram elegíveis para esta categoria os artistas que não fossem indicados antes, a nenhuma outra categoria do Grammy. Foi o que ocorreu com a cantora Lady Gaga, que já havia sido indicada por “Just Dance” a um Grammy em 2008, mas em 2009, não foi indicada a categoria de “Best New Artist” por este fato. Mas será que ela venceria a Adele no mesmo ano?

Agora, com a nova regra o artista não precisa lançar um álbum para ser indicado a essa categoria.

Nos últimos 10 anos, vários artistas que ainda estão alta no mercado, venceram tal categoria do Grammy. Alicia Keys, venceu em 2002 contra Nelly Furtado e Linkin Park. Norah Jones em 2003, venceu da Avril Lavigne, Ashanti e John Mayer. Foi fácil para o Evanscence em 2004, não? Sim, venceram de artistas como 50 Cent, Sean Paul, Hearther Headley e Fountains of Wayne. Em 2005, Maroon 5 foi escolhido como o “Best New Artist” do Grammy ganhando da cantora country Gretchen Wilson, do rapper Kanye West e da Joss Stone. John Legend em 2006, venceu a categoria em que também foram indicados: Ciara, Fall Out Boy, Keane e Sugarland. Carrie Underwood, parece ter sido o grande destaque mesmo em 2007, em que concorria com artistas com pouco sucesso comercial: Corinne Baley Rae e Imogen Heap. A queridinha Taylor Swift, concorreu a esta categoria em 2008, mas perdeu para a eterna Amy Winehouse. Duas britânicas disputavam a categoria em 2006 , Duffy e Adele. Mas foi a fofa da Adele que venceu e acreditem, neste mesmo ano, Jonas Brothers foram indicados. Em 2010, poucos foram os artistas pop e com muito sucesso comercial, o grupo country Zac Brown Band venceu de Keri Hilson, Silversun Pickups, The Ting Tings e MGMT. Sem querer desmerecer, mas muita gente ainda não sabe quem é Esperanza Spalding, a vencedora desta categoria em 2011, Drake, Florence + The Machine, Mumford & Sons e Justin Bieber, foram derrotados por ela.

E por fim, no ano passado, Bon Iver, não teve muito trabalho em vencer seus concorrentes: Nicki Minaj, J. Cole, The Band Perry e Skrilex, que foi o único artista de música eletrônica a ser indicado a esta categoria nos últimos 10 anos.

Vote aqui

READMORE
 

[VÍDEO] Evanescence - Lost In Paradise (Acoustic)


Créditos: amprocktv
READMORE
 

[VÍDEO] Evanescence - If You Don't Mind (Full Version)


Créditos: Evanescence Fan
READMORE
 

O site Amy Lee Brasil fez uma entrevista exclusiva com a líder da banda Evanescence

O site que é uma das melhores fontes do EV aqui no Brasil, traz em primeira mão para os fãs uma entrevista legal e esclarecedora, que fala desde suas preferências e gostos até sua turnê aqui em solo brasileiro, não deixe de conferir.


Site Amy Lee Brasil – Entrevista com Amy Lee




READMORE
 

Entrevista de Amy Lee ao portal tcheco Novinky

por: Novinky
Tradução e adaptações: Evanescence Rock Brasil

Você já visitou a República Tcheca?

Não, iremos a Praga pela primeira vez. Só o nosso baixista Tim foi lá uma vez, quando tocava com outra banda e nos contou muito [sobre o país]. Eu sempre quis estar em Praga, há muito tempo esse lugar esteve em minhas vistas. Estou muito feliz em finalmente ver os nossos fãs que nos escrevem na internet. Temos um dia de folga em Praga para podermos passear.


Há dezessete anos de existência, gravaram apenas três álbuns de estúdio. Por que tão poucos?

Você acha que deveriam ter sido oito? Estamos bem com essa situação. Levará algum tempo para criar algo que realmente nos faça sentirmos bem. Também levará algum tempo até encontrarmos inspiração. Isto é, em partes, devido ao fato de fazermos turnês mundiais muito longas. As pessoas pensam que durou muito tempo esses cinco anos entre os dois últimos álbuns, mas passamos muito tempo em turnê com o álbum The Open Door. Então, peguei um momento para mim. Estou casada e precisava ficar sozinha por um tempo. Você sabe, ser famosa é estar um pouco sob pressão, não é minha parte favorita da vida. Eu precisava de algum tempo para sentir novamente como Amy. (…)


Em 2003, na estréia do Fallen, você instantaneamente ficou famosa. O que fez os membros da banda?

Foi incrível, mas devo admitir que, para mim, pessoalmente, também foi bastante desafiador. Saber que a nossa música está sendo ouvida por tantas pessoas ao mesmo tempo era um sonho. Mas ninguém pode imaginar, somente quando você realmente vive isso. Por um lado, tem sido uma grande bênção. Ao mesmo tempo, no entanto, foi difícil, eu nunca estive em tal grau de fama e pressão. Eu tinha apenas 20 anos de idade e eu estava muito absorvida. Eu me sentia muito madura, mas agora eu sei que era imatura. É interessante quando você está cercado por milhões de pessoas que pensam que a conhecem intimamente, mesmo que você nunca tenha os conhecido. Tive muitas lições de vida, algumas foram realmente difíceis. Houve momentos em que senti muito medo.


O primeiro álbum já recebeu muitos prêmios. Qual você mais aprecia?

Vou ser sincera - para mim, em geral, os prêmios não são de grande valor. É uma honra, principalmente pela popularidade. Temos recebido prêmios maravilhosos, mas eu nunca me livrei do sentimento de que é, principalmente, para quem está na TV, mas eu me lembro dos prêmios Grammy. São momentos que nunca irei esquecer. É como um tesouro e eu sou muito orgulhosa deles.

READMORE
 

Uma dose de EV - Saiba mais

O blog 'Uma dose de EV' surgiu pra passar um pouco mais de informações pros EVFãs. Sua meta é passar informações sólidas e concretas sobre os assuntos da banda Evanescence.

Desenvolvedor: Fabiano Leonardo

O blog terá sua divulgação e promoção feita pelo perfil/fake do twitter @EVTrendsTopic, que é de propriedade do desenvolvedor.
A divulgação no facebook, inicialmente será feita pelo perfil do desenvolvedo (Fabiano Leonardo)














Desde já, agradeço por todos vocês que nos visitam.
Sejam bem vindos!
READMORE
 

Evanescence: O Recomeço

por Rock em Geral

Parecia que não ia dar certo, mas Amy Lee conseguiu. Das cinzas de uma banda praticamente acabada, a vocalista remontou oEvanescence e conseguiu fazer um disco de banda. Ou, por outra, de uma banda comandada por quem sabe exatamente aonde quer chegar, com integrantes que sabem que têm um papel definido: cada um na sua labuta. O resultado é um disco de rock redondo, que foge dos clichês que se criaram nos subgêneros do heavy metal, desde que se descobriu que ter mulher cantando é legal - e lá se vão vinte e tantos anos. Sim, “Evanescence” flerta fortemente com o gothic metal (“Made Of Stone” que o diga), mas é, essencialmente, um disco de rock.

Começa com um single de rock – “What You Want” -, cuja introdução de bateria não esconde o peso que se vê espalhado pelas 12 faixas. Amy Lee descobriu que o mais importante numa banda não são as letras, mas o rock em si e as boas composições. E o disco está cheio delas. “The Change”, por exemplo, não esconde a tensão típica de outras fases do grupo, mas logo deságua para um refrão impulsionado por um cantarolar marcante. Difícil não sair por aí assoviando a melodia ou mandando um “embromation” qualquer. A vocalista não economizou no drama que costuma impingir na música do Evanescence e foi muito feliz nosarranjos vocais, que, em outras oportunidades, passavam do ponto. Acontece aqui também, mas bem menos, talvez pela intromissão sadia do produtor Nick Raskulinecz, experiente com grupos de rock.

O tempo que ficou fora de cena (cinco anos sem gravar) seguramente ajudou a moça a beber em outras fontes, como o pós punk dos anos 80, de onde saiu a boa “Erase This”. Um belo trabalho de guitarras é trançado com um tecladinho colante, antes de a música crescer no maior estilo grandiloquente de Amy Lee cantar; quase que ela passa do ponto, mas quando a música volta do refrão, vê-se que ficou bem arranjada. “Lost In Paradise”, em seguida, se anuncia como uma daquelas baladaças chatas, no imite do cafona, mas, na meíuca, um elaborado trabalho de guitarras mostra outra face, mais pop e convincente. Não salva a música, mas ajuda no desafogo, em um arremate grandioso de Amy Lee, num de seus momentos mais emocionantes nesse disco.

Escondida no meio do CD, “Sick”, só pelo refrão, poderia ser o single principal no disco. Música pesada que consegue ter veia pop na medida certa, seria um belo cartão de visitas. Outra que traz o peso como característica principal é “Never Go Back”, com uma introdução cheia de guitarras. A ponte para o refrão faz qualquer sujeito bater cabeça sem perceber, até que a intermediação dos teclados amenize as coisas, numa outra boa sacada da produção. A música, assim como outras do disco, é cheia de barulhinhos ocultos, discretos até, que contribuem para o bojo das canções.

A melhor coisa do disco está numa regularidade quase plena, que inexiste nos álbuns anteriores do grupo. Não há, aqui, aquela montanha russa de músicas tão distintas que, por vezes, nem pareciam ser da mesma banda. “Evanescence” é um disco de verdade, com faixas vizinhas e que dialogam entre si, mais um mérito – repita-se - da coesão do grupo. Está longe de ser o disco do ano, mas é um recomeço e tanto para um grupo que se viu à beira do abismo. Que seja, então, bem-vindo de volta.

READMORE
 

My Heart is Broken: Análise final

Alguns meses se passaram, e com esses meses também se foi o single My Heart is Broken. Dentre um misto de apostas e desconfianças, muitos EVFãs não duvidaram que a música e o vídeo emplacariam nas paradas das radios e dos canais musicais, e assim justificaria a força do novo CD, intitulado "Evanescence". Mas não foi exatamente isso que aconteceu, MIHB não chegou perto de ser tocada nos top10 de grandes rádios como Jovem Pan, Mix fm e também ficou considerada como flop dessas grandes emissoras. Parte de todos esses
problemas, tanto com o segundo quanto com o primeiro, What you Want, deve-se a opção de marketing da produtora, a EMI Music, que é a responsável pela divulgação da banda.

O Portal It Pop teceu um pequeno comentário sobre o single:

O flop de hoje diz respeito a uma das bandas de rock mais famosas de todos os tempos. Tal
vez nenhum dos grupos com vocalistas femininas seja tão aclamado como é o Evanescence.
Depois de um período de quatro anos sem nenhuma novidade, a banda retornou em 2011 com a mesma proposta de um rock pesado, mas que em algumas faixas, soava suave e calmo como sempre foram. Porém, Amy Lee e companhia deram o azar de esse não é o estilo que tá na moda e isso fez com que esse grupo espetacular amargurasse um flop. Foi assim com o primeiro single "What You Want" e bem pior com o segundo single "My Heart Is Broken". Uma faixa ótima, uma melodia fantástica, mas que teve desempenho pífio, talvez o pior da história do Evanescence.

Assista ao vídeo de My Heart is Broken

O blog Uma dose de EV foi as redes sociais e fez uma pequisa e registrou a opinião de vários EVFãs quanto a representação do single na mídia e também opiniões de vários sobre o fato:

71% não gostaram de MHIB como segundo single
29% aprovaram

59% não ficaram satisfeitos com a representação de MHIB na mídia
41% acharam satisfatória

Acompanhe uma breve entrevista com Igor, dono do site News Evanescence:

Qual foi a sua reação inicial ao saber que MHIB seria o segundo single do EV3?

Primeiro pensei: hum, pode ser um bom single, mas não sei, será mesmo? e então depois de um tempo eu fui acostumando com a idéia.

Sua expectativa era grande ao ponto de dizer que MHIB seria um sucesso na mídia?

Sim, eu pensei que seria um sucesso imenso, e que com MHIB o Evanescence iria conseguir o sucesso que não havia conseguido com What You Want, mas não foi bem assim. Não considero um flop, porquê não foi, e foi bem divulgado na minha opinião.

Dê a sua nota pessoal para MHIB:

Eu dou 8,5. Ela é uma ótima música, mas não o bastante para ganhar um 10.
READMORE